Por Antônio Carlos Alves de Araújo, psicólogo.
Este é sem sombra de dúvida um tema que atinge pelo menos metade da humanidade. Inicialmente defino impulsividade como a máxima expoente do complexo de inferioridade; o traçado de ambas é idêntico em quase todos os sentidos. Cada evento por mais diminuto que seja, adquire uma reação máxima do ponto de vista emocional. Não tratarei aqui das sociopatias, mas apenas dos casos psicológicos. Na impulsividade tudo é uma prova terrível, sendo que a única saída para a pessoa provar um pouco de sua autoestima é a total competição. Este processo é sentido como que interminável para o sujeito em questão. A impulsividade é uma defesa contra a assimilação parcimoniosa de uma crítica. Esta é sentida não apenas como um ataque frontal perante a auto imagem da pessoa, mas, como um dano irreparável, ou que se levantou um segredo que irá humilhar o indivíduo no mais alto grau imaginável. Os elementos intrínsecos que compõe a impulsividade são: ódio, medo e ansiedade respectivamente. Todos são incontroláveis e invadem por completo a mente da pessoa.
A consequência direta da impulsividade é a vivência constante da culpa. Advém então, tentativas de reparação quase que megalomaníacas, como sacrifícios exagerados, presentes exorbitantes e coisas do gênero. Se importar com mínimas coisas causa uma escravização quase que diária no sujeito, que toma empréstimos constantes da agressividade, formando um ciclo vicioso. Todos já perceberam que o impulsivo fala na maioria das vezes verdades sobre os outros, mas, o problema é que sempre centra apenas na negatividade, na tentativa de punir, humilhar e destruir seu oponente. Muitos poucos conseguem absorver este tipo de ataque quase que inesperado. A desgraça absoluta do impulsivo é a esfera negativa do poder. Será sempre lembrado pela dor e sofrimento que despertou no outro, sendo que não tardará para que o nefasto sentimento de vingança assole totalmente o núcleo das relações das partes envolvidas. O problema do impulsivo não passa apenas pelo exagero, mas a palavra correta seria o despropósito diante de determinado fato ou evento. Se fosse pensar em exemplos teríamos diversas situações cotidianas em nossa sociedade: àquela pessoa no ambiente de trabalho totalmente neurotizada, as infindáveis discussões no trânsito que além do stress produzem diariamente tragédias, conflitos entre casais pela simples disputa de poder que acirra ao máximo a impulsividade de um ou ambos.
A consequência direta da impulsividade é a vivência constante da culpa. Advém então, tentativas de reparação quase que megalomaníacas, como sacrifícios exagerados, presentes exorbitantes e coisas do gênero. Se importar com mínimas coisas causa uma escravização quase que diária no sujeito, que toma empréstimos constantes da agressividade, formando um ciclo vicioso. Todos já perceberam que o impulsivo fala na maioria das vezes verdades sobre os outros, mas, o problema é que sempre centra apenas na negatividade, na tentativa de punir, humilhar e destruir seu oponente. Muitos poucos conseguem absorver este tipo de ataque quase que inesperado. A desgraça absoluta do impulsivo é a esfera negativa do poder. Será sempre lembrado pela dor e sofrimento que despertou no outro, sendo que não tardará para que o nefasto sentimento de vingança assole totalmente o núcleo das relações das partes envolvidas. O problema do impulsivo não passa apenas pelo exagero, mas a palavra correta seria o despropósito diante de determinado fato ou evento. Se fosse pensar em exemplos teríamos diversas situações cotidianas em nossa sociedade: àquela pessoa no ambiente de trabalho totalmente neurotizada, as infindáveis discussões no trânsito que além do stress produzem diariamente tragédias, conflitos entre casais pela simples disputa de poder que acirra ao máximo a impulsividade de um ou ambos.